Não abdicar!



Renunciar ao mundo sem conhecê-lo, como uma freira — é terminar numa solidão estéril, talvez melancólica. Isso nada tem em comum com a solidão da vida contemplativa do pensador: quando ele escolhe essa solidão não quer de modo nenhum renunciar; seria para ele, pelo contrário, abandono, melancolia, destruição de si próprio dever persistir na "vida prática" — ele renuncia a esta, porque a conhece, porque se conhece. É assim que dá um mergulho em "sua água", é assim que conquista sua serenidade.